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terça-feira, 29 de novembro de 2011

O porque abrir o nosso diário?

Quem nunca chegou numa fase da vida e pensou? -Minha vida daria um livro.....
Ou naquele momento de lembranças...de colocar o papo em dia com sua melhor amiga voces disseram: 
- Se alguém soubesse desse fato jamais iria pensar que era verdade...
Depois de pensar muito resolvemos registrar de alguma forma nossos momentos, nossas intimidades, o que já nos aconteceu...e o que poderá ainda acontecer em nossas vidas amorosas..baladas, viagens, encontros, enfim...nossa intimidade que só revelamos e vivenciamos entre nós duas...Seria um risco compartilhar tais peripércias? Qual seria o objetivo de abrir nosso diário para pessoas que nem sabemos que existem...
Queremos apenas rir novamente, chorar novamente e guardar em um diário virtual, aquilo que guardamos por muito tempo em nossa memória, em nossas noites sem dormir...nas nossas longas conversas por telefone...msn...
A opinião de quem ler nossos posts vai ser legal, por que temos a certeza que muitos de vocês não tiveram experiências iguais as nossas....pois na verdade cada um tem seu cada qual...
Iremos fazer 12 anos de amizade, e chegou um momento em que iremos nos separar fisicamente por algum tempo, cuidar de nossas vidas e com isso iremos viver menos momentos juntas, mas com esse blog poderemos continuar a viver um pedacinho de cada uma, pois eu escreverei daqui e ela de lá...


Então é isso....esse é o nosso primeiro post, feito por nós duas juntas...ela está aqui ao meu lado...e não serão todos assim...


Beijo da Anna e Mariana
*nomes fictícios

Um comentário:

  1. Achei interessante a forma simples e objetiva de linguagem utilizada, já estou ansioso por não ler apenas, mas por poder perceber um mundo vivido, vívido e com certeza intenso em sabores e cores, ansioso por ver que mais gente a exemplo de mim tem ânsia por viver, por sentir o gosto de viver em sua boca e sentir o cheiro, tal como numa praia onde chegamos e nos parece ser uma praia deserta, virgem, mas vemos ali passos na areia e ficamos a imaginar quem teria passado ali, que fardo trazia(m) em suas costas, e que história vivera ali,... tendo apenas o tempo até proxima maré para deixar minha imaginação fluir e poder perceber mais do que se pode perceber com pegadas e outros sinais desaparecendo na areia.

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